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quinta-feira, maio 26, 2005

Parabéns bebé MONA

A 29 de Maio de 1919 nascia esta linda menina:


Terceira filha de Adelina e Luís, pais extremosos que souberam passar a alegria de viver aos seus bem- amados descendentes. Teve uma vida preenchida de trabalho, amor, alegrias, dificuldades, mudanças, etc. e cá continua para nosso prazer.

Veio ao mundo com o fim da primeira guerra mundial em que quatro grandes Impérios tinham desaparecido: o alemão, o russo, o austro-húngaro e o otomano. As fronteiras geográficas, sobretudo no leste europeu, sofreram modificações profundas com a formação de novos estados: Finlândia, Estónia, Letónia, Polónia, Áustria, Checoslováquia, Hungria e Jugoslávia. Ao mesmo tempo marca a Primeira Guerra Mundial o início da intervenção política dos EUA no Velho Continente, inaugurando uma nova época nas relações com a Europa com inúmeras consequências sobretudo no sector económico.

Porque um seu tio e padrinho, Avelino de nome, regressou da guerra, em França, onde se tinha apaixonado por uma bela francesa, ficou com o nome Simone, testemunho desse amor perdido.

A assinatura da PAZ decorreu a 28 de Junho de 1919 na Sala dos Espelhos do Palácio de Versalhes - daí Tratado de Versalhes.
Este Tratado foi imposto como ultimato pelas potências vencedoras - Inglaterra, França e E.U.A. à Alemanha.
A responsabilidade da guerra foi inteiramente atribuída a este país que se viu confrontado com pesadas reparações políticas, territoriais e financeiras: ocupação pelas forças aliadas de zonas na margem esquerda do Reno, cedência da Alsácia e da Lorena à França e pagamento de pesadas indemnizações que mergulharam a A lemanha numa grave crise financeira na década de 20.

Numa pintura de William Orpen podemos apreciar a assinatura da Paz na Sala dos Espelhos:


Também em Maio (a 18) nasceu Margot Fonteyn.

A 2 de Novembro Jorge de Sena.

A 6 de Novembro Sophia de Mello Breyner.

Florbela Espanca edita o seu Livro de Mágoas.

Observações do eclipse total do Sol confirmaram a teoria einsteiniana da relatividade.

Aston realiza a primeira separação de isótopos utilizando um espectrógrafo de massa.

Hans Vogt faz experiências com o sistema do filme sonoro.

Primeiro voo com êxito de helicóptero.

Grave epidemia de gripe.

E mais? Haveria muito mais mas... não cabe aqui....

Lembrei-me de recordar breves factos para acompanhar a nossa bebé e perceber melhor como ela já viveu tantas experiências e como aceita bem as novidades e mudanças na sua vida.

Um grande beijo.

Eugénio Rosa versus José Sócrates

De: Eugénio Rosa [mailto:edr2@netcabo.pt]

Caro(a) amigo(a)


Neste momento o problema do défice orçamental está-se a transformar novamente na questão central que vai dominar o debate nacional.

Os defensores do pensamento económico de cariz neoliberal estão a procura criar a ideia a nível da opinião pública que é necessário e inevitável aumentar os impostos indirectos.

Neste pequeno estudo que envio, utilizando apenas dados oficiais, mostro que isso não é verdade, e que existe outras formas de aumentar as receitas fiscais sem sobrecarregar ainda mais os trabalhadores e outras camadas desfavorecidas da população.

Espero que este trabalho possa ser útil .

Agradeço que me informe se o ficheiro chegou em boas condições.

Com consideração,

Eugénio Rosa
Economista

quarta-feira, maio 25, 2005

Eu não sabia...

Animado pelo momento, aqui deixo um mote para várias inspirações. Talvez não resolvamos os problemas do País, mas pelo menos podemos divertir-nos bastante. O que é algo que não se deve desprezar nos tempos que correm. Boa sorte.

O avião acabara de descolar num vôo com várias escalas, e os passageiros aproveitavam para se reclinar mais comodamente quando se ouviu o anúncio da cabine:
"Senhores passageiros, fala o vosso comandante. Para vos comunicar que, contrariamente à informação que o anterior comandante - que acabou de ser despedido na última paragem - me deu, os depósitos de combustível desta aeronave estão vazios. Na realidade, já iniciámos a aterragem de emergência sobre a montanha".

terça-feira, maio 24, 2005

Feira do Livro de Lisboa


Começa amanhã a Feira do Livro de Lisboa. Visita obrigatória para quem vive em Lisboa e gosta de ler.

domingo, maio 22, 2005

Os três F's

1)Marques Mendes exige que o PS não toque nos impostos. Não deve, concerteza, significar que o PS seguiría um mau exemplo, pois aumentar o IVA foi precisamente o que o PSD fez no período homólogo da sua última Legislatura no Governo. Muitos pequenos comerciantes se viram na necessidade de ampliar os seus esforços e os seus horários de trabalho para fazer face aos compromissos financeiros. Outros não aguentaram o embate, e fecharam as portas. O resultado líquido foi: depois do aumento do IVA, a colecta global diminuiu. Resultado perfeitamente natural para um Governo incompetetnte. Perdidas as eleições tudo muda. Agora trata-se de recuperar os votos perdidos, logo, convém colocar-se numa postura de defesa dos eleitores contra as tentações ignominiosas do Governo do PS apertado pelo déficit. Very clever.

2) Marques Mendes exige que o PS tenha a coragem de desencadear os despedimentos na Função Pública. Não foi com estas palavras, mas reduzir a despesa é praticamente o sinónimo disso. Mas porventura o PSD deu algum passo, enquanto Governo, nesse sentido? De onde lhe vêm semelhantes créditos, que o autorizem neste momento a recomendar a outros? Porque não diz o óbvio: que sería altamente favorável ao PSD, de um ponto de vista de resultados nas Eleições Autárquicas, que o PS abrisse desde já esse capítulo? Much clever.

O PS está numa encruzilhada. Não quer repetir o espectáculo deprimente de culpar o Governo anterior por todos os males, com fez o PSD de Durão Barroso. Não quer faltar aos compromissos eleitorais. E quer ganhar as Eleições Autárquicas de Outubro.

O Presidente do Banco de Portugal, vai repetindo a fórmula: de cada vez que muda o Governo, estuda durante quinze dias para avaliar a situação do País e produzir sábias recomendações: que, por acaso, são sempre as mesmas. Será que só lhe pagam a salário quando muda o Governo? Não é justo. Devería ser pago todos os meses, para que avaliasse a situação do País em permanência e nos mantivesse informados.

Tudo isto tem mais aspecto de gestão de ganhos e perdas eleitorais que de preocupação com a situação do País. Felizmente a Festa do Futebol vai alta, Fátima vai bem e recomenda-se e o Fado recupera de tempos mais difíceis. Pois bem cinzenta devería ser a vida se contasse apenas com semelhantes salvadores da Pátria.

sábado, maio 21, 2005

Olá bebé!

quarta-feira, maio 18, 2005

Parabéns, Jorge


Parabéns ao "bebé" Jorge pelos seus 29 anos a aturar o resto da família e pelo seu esforço em garantir a continuidade do nome Ferrão.

segunda-feira, maio 16, 2005

Eugénio Rosa versus "Expresso"

De: Eugénio Rosa [mailto:edr2@netcabo.pt]

Caro(a) amigo(a)

O semanário Expresso de 5 de Maio de 2005, utilizando dados cuja fonte se desconhece, deu um retrato negro da Administração Pública em Portugal e dos seus trabalhadores.

Neste pequeno estudo que envio, utilizando apenas dados oficiais da União Europeia e da Caixa Geral de Aposentações, portanto dados acessíveis a toda a gente e cuja veracidade e consistência técnica é facilmente controlável, mostro que a realidade é diferente do retrato dado pelo Expresso.

Espero que este estudo possa ser útil.

Com consideração,

Eugénio Rosa
Economista


AS “PALAVRAS VENENO” DO SEMANÁRIO EXPRESSO CONTRA A ADMINISTRAÇÃO PUBLICA

sábado, maio 14, 2005

Software Livre: a revolução do conhecimento

Estamos neste momento a presenciar uma importante revolução no domínio do conhecimento. Uma revolução que começou muito discretamente nos anos 80 com a Free Software Foundation, mas que tem vindo a crescer de forma exponencial e neste momento já transcende as fronteiras do software com projectos como a Wikipedia. Esta é uma revolução que nasceu da tensão entre produtores, consumidores e distribuidores de conhecimento. Mais concretamente nasceu da insatisfação dos consumidores que não aceitaram o abuso de poder dos fornecedores e decidiram criar mecanismos eficazes para inverter a sua situação. Esta revolução consiste em promover e defender a liberdade de copiar, alterar e difundir o conhecimento. Este modelo permite que qualquer consumidor seja um pequeno produtor pois pode adaptar o conhecimento já existente, mas obriga esse pequeno produtor a colocar o seu esforço em domínio público. Esta ideia é um autêntico ovo de colombo, mas os seus efeitos são tão profundos que a nossa sociedade actual ainda não sabe como lidar com esta situação. O que não é de admirar, uma vez que todo o modelo económico da maioria dos produtores e distribuidores de informação é colocado em causa. No entanto isto também significa que neste momento existe uma excelente oportunidade para as pequenas empresas ganharem o seu espaço no mercado. Mas para isso é necessário que essas pequenas empresas criem um modelo de negócio adaptado a este paradigma, ou seja, que estejam realmente focadas em satisfazer as necessidades dos consumidores e que cobrem um preço justo pelos seus serviços.
Esta é uma revolução que está a alterar radicalmente o panorama do mercado de software neste momento. Espero que as pequenas empresas agarrem esta oportunidade para destruir alguns dos monopólios instaurados no domínio da informática para que colectivamente todos possamos beneficiar com isso.

quarta-feira, maio 11, 2005

O princípio da Legislatura

Exmº Sr Ministro das Finanças

É certo que a vida está difícil, o que deve convidá-lo a alargar o leque de soluções. É certo que a pressão dos meios de informação é terrível de aceitar. É certo que as capacidades de cada um de nós tem limites. É certo que ajustar os actos às palavras é bem mais complexo que desprendê-los a ambos. É certo que proclamar a adesão a princípios está muito distante de demonstrar a capacidade em os respeitar.

Mas também é certo, Sr Ministro, que ninguém o obrigou a partir para a vida política. É igualmente certo que, ao fazê-lo, aceitou os inconvenientes da exposição pública. E certamente não desconhece que os cidadãos são capazes de apreciar o seu comportamento por aqueles severos critérios.

Hoje fiquei a saber, atravez de Vª Exª, que os portugueses desejam e merecem uma situação das Finanças Públicas mais saudável. Fico confortado com a sua identificação a esta preocupação geral. Pena é que imediatamente a seguir tenha acrescentado que o timming adequado para as medidas restritivas é o princípio da Legislatura. Diga-me, Sr Ministro, porque razão as medidas necessárias para a reparação das Finanças Públicas que porventura ocorram no fim de uma Legislatura têm forçosamente que ser proteladas para o início da Legislatura seguinte? Pretenderá demonstrar com isto mérito e respeito pelo Serviço Público? Está seguro que os portugueses não reconhecem, por detrás de tão explícito enunciado, a ordem pela qual os elementos do binário - servir o Público or servir-se do Público - são colocados nas suas preferências?

Apesar de tudo, devo-lhe gratidão. Pois, declarando o que outros se limitaram a fazer, levantou a ponta do véu que encobre de uma visão peculiar dos cidadãos eleitores. Aproveitando o onda didactica e a visibilidade que actualmente disfruta, sería excelente se desse mais detalhes dessa forma de encarar os cidadãos do País de Vª Exª.

Creia-me sinceramente interessado.

terça-feira, maio 10, 2005

Os acasos em Ciência - a cura do paludismo

Está publicado um pequeno livro, de Victor Gil, pela GRADIVA júnior : "33 Casos de Acaso em Ciência".
Fácil de ler por gente jovem e não jovem.
Nele são focados vários exemplos de coisas úteis que usamos e que foram desenvolvidas graças aos acasos que ocorreram no decurso de várias investigações que, muitas vezes, nem sequer estavam direccionadas para elas:
desde os aditivos da gasolina, passando pela penicilina, Raios X, a insulina, o hélio, a borracha vulcanizada, o iodo, o primeiro plástico, a ureia, ... até à pilha eléctrica...

..." A Ciência avança graças à curiosidade intelectual, imaginação criadora, método, trabalho árduo e apaixonante, preocupação com alguns dos problemas que afligem a Sociedade... mas, também, através de fracassos, erros, sorte, imprevisto... e, até, acaso.
Porém, nas palavras de Pasteur: "no domínio da observação, o acaso só favorece espíritos preparados" ".

Gostei particularmente da história sobre a cura da malária ou paludismo. Talvez porque durante anos, 1 vez por semana, a minha mãe me obrigava a tomar 1 comprimido de daraprim(?) para prevenir o paludismo, isto em terras africanas, na altura. Mesmo assim, experimentei os seus suores, a sua febre, as suas diarreias.

Ora, sobre o quinino, conta uma lenda que, nos Andes, na América do Sul, um índio, ardendo em febre, acabou por se perder numa floresta. Procurando o caminho certo acabou por encontrar um charco de onde bebeu sofregamente. A água estava muito amarga devido às cascas de quina-quina, uma das árvores que rodeavam o pequeno lago. Esta árvore era considerada venenosa. No entanto, a sua sede era tanta que não resistiu e bebeu-a. Para sua surpresa, porém, em vez de morrer, ficou curado da febre.
A partir deste caso que se tornou conhecido, os índios dos Andes passaram a curar a doença com infusões de casca de quina-quina.

Entretanto, missionários jesuítas, princípios do séc. XVII, ao tomarem conhecimento destes factos, lá por aquelas cordilheiras, trouxeram aquela informação para a Europa, a partir da qual se difundiu o conhecimento, tendo-se iniciado plantações de quina-quina noutras partes do mundo, nomeadamente na Ásia.
Em 1820 dois químicos franceses (Pelletier e Caventou) extraíram da casca de quina-quina a substância - quinina ou quinino - responsável pela cura da doença, tendo -se chegado à sua fórmula química em 1908.
Em resultado das 1ª e 2ª guerras mundiais desenvolveu-se a síntese de novos produtos contra a malária. Entretanto, em 1944, pela 1ª vez, os químicos fabricaram a mesma substância em laboratórios, passando a quinina a ser fabricada artificialmente e, consequentemente, tornou-se mais económica e acessível aos doentes com paludismo ou malária.

Passaram, assim, 300 anos desde as infusões de quina-quina até ao comprimido que se compra na farmácia que permitiu prolongar a vida a muitos milhões de pessoas entretanto afectadas pelo plasmodium, transmitido por determinada variedade de mosquito, introduzido nos seus corpos através de uma simples picadela (de mosquito) .


Molécula da QUININA

domingo, maio 08, 2005

Danke Herr Schroeder

Quanto mais não seja pela desproporção das menções, será sempre mais viva a impressão registada na memória pela sofrida palavra de um Povo vencido na Guerra, que o amontoado de referências apologéticas dos vencedores.
De momento, apetece-me salientar acima de tudo a coragem de um político do País vencido que decidiu aceitar assistir à parada militar comemorativa da vitória no país vencedor. Mais homens capazes de lançar tais pontes de comunicação houvesse, e a Paz estaría certamente assegurada.

www.chinaview.cn:

BEIJING, May 8 -- German Chancellor Gerhard Schroeder has apologized to the Russian people for the enormous losses suffered by Russia during World War.

In his article to Russian newspaper, Komsomol Pravda, Schroeder said Germany apologized to Russian people who suffered hardships from the treacherous war waged by the Nazis Germany, and asked for their forgiveness.

Schroeder is schedule to attend Monday's ceremonies marking the 60th anniversary of the end of World War II.

He acknowledged President Putin's invitation to participate in the celebration of the Great Victory as "the evidence of trust in German people."


(Source: CRIENGLISH.com)

Recordando outros tempos


E que tal um passeio à volta das muralhas de Óbidos num meio de transporte a condizer com o ambiente? Aqui fica uma sugestão para um fim de semana diferente.

sexta-feira, maio 06, 2005

Petição contra portagens nas autoestradas em obras

Foi criada uma petição que irá ser enviada à Assembleia da República, que visa pressionar as concessionárias das auto-estradas a suspender ou a reduzir de forma significativa o custo das portagens quando os lanços se encontram em obras, como é o caso actual da A5 e da A1.

A petição electrónica encontra-se disponível no seguinte endereço:

http://www.petitiononline.com/portagem/petition.html

quinta-feira, maio 05, 2005

Recordando Albano Neves e Sousa (7 de 7)

quarta-feira, maio 04, 2005

Recordando Albano Neves e Sousa (6 de 7)

terça-feira, maio 03, 2005

Recordando Albano Neves e Sousa (5 de 7)

À Patrícia e ao Raúl de 1981

(...) Crescei, desejo meu, pois que a Ventura
Já vos tem nos seus braços levantado;
Que a bela causa de que sois gerado,
O mais ditoso fim vos assegura.
Se aspirais por ousado a tanta altura,
Não vos espante haver ao Sol chegado,
Porque é de águia real vosso cuidado,
Que quanto mais sofre, mais se apura.
Ãnimo, coração! que o pensamento
Te pode inda fazer mais glorioso,
Sem que respeite a teu merecimento.
Que cresças inda mais é já forçoso,
Porque, se foi ousado o teu intento,
Agora de atrevido é venturoso.(...)

Luís de Camões.

Atrevam-se.
Ousem.
Pensem livremente .
Sejam vocês próprios.
Removam os obstáculos do caminho.
Sejam felizes,

E terão a vossa vida na mão.


Uma beijoca.

segunda-feira, maio 02, 2005

Recordando Albano Neves e Sousa (4 de 7)




Edmundo Ferrão, desenhador, guardou as folhas deste calendário durante 50 anos - mais do que toda a sua vida profissional activa. Ao ver os quadros na parede da sua casa em Almeirim, perguntei-lhe quem era o autor. Achei que era lastimável não partilhar estas preciosidades. Para além da beleza natural das figuras femininas, estes desenhos têm valor como registos etnográficos, tal era o culto de Neves e Sousa pela rigor dos pormenores. O calendário foi encomendado ao artista pela SHELL de Angola perto do ano de 1955. Aqui fica a expressão da nossa saudade, e a manifestação do desejo de reencontrarmos um dia os filhos que frequentaram o Colégio Nuno Álvares em Tomar.


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