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sexta-feira, abril 28, 2006

Músicos Canadianos contra os mecanismos de DRM

Alguns dos músicos canadianos mais conhecidos formaram a recentemente a new copyright coalition para contrariar a pressão política e judicial feita pelas grandes editoras internacionais sobre o tema de DRM (Digital Rights Management).

Em particular consideram que:
  • a acusação judicial dos utilizadores de redes de partilha de ficheiros é destrutiva e hipócrita;
  • os sistemas de DRM são arriscados e contra-produtivos;
  • as editoras não estão a defender os interesses dos artistas, apenas estão a defender os interesses dos seus accionistas.
Pessoalmente fico satisfeito por ver alguma oposição dos artistas contra as operações de marketing feitas pelas editoras, como a que surgiu recentemente aqui em Portugal.

terça-feira, abril 25, 2006

O CRAVO

Símbolo de ESPERANÇA E LIBERDADE cada vez mais internacional.

Foto retirada do Sapo.pt

segunda-feira, abril 24, 2006

23 de Abril de 1858 - nascimento de MAX PLANCK


"Para os crentes, Deus está no princípio de todas as coisas; para os cientistas, no final de toda a reflexão." - Max Planck.

Planck, físico alemão, nasceu em Kiel, a 23 de Abril de 1858. Estudou nas universidades de Munique e Berlim e é considerado o pai da teoria quântica.

O seu interesse pela termodinâmica levou-o a estudar a radiação do corpo negro - corpo que teoricamente emite na gama de todo o espectro electromagnético - para o qual a mecânica estatística clássica não conseguia explicar a sua curva de distribuição de emissão.

Em 1900 Max Planck propôs uma fórmula matemática que explicava aquele comportamento desde que se assumisse que a energia radiante só podia ser emitida (ou absorvida) em múltiplos de um quantum de energia- a mais pequena quantidade de energia - cujo valor era proporcional à frequência da radiação emitida (ou absorvida).

Durante algum tempo ele utilizou esta explicação apenas como um meio conveniente de explicar o problema pensando que ela não correspondia ao verdadeiro mecanismo da radiação. Foi Einstein quem abraçou a teoria quântica como um avanço real na teoria da radiação electromagnética.

Pelos seus trabalhos sobre a radiação do corpo negro, Planck recebeu o Prémio Nobel da Física em 1918.

Foi editor da Annalen der Physik durante algum tempo, membro estrangeiro da Royal Society ( England ) e membro honorário da American Physical Society.

Durante a Segunda Guerra Mundial opôs-se às forças nazis tendo daí recolhido vários dissabores.
O fim da sua vida ficou marcado pela execução do seu único filho por este ter tomado parte no atentado contra Adolf Hitler, a 20 de Julho de 1944.
Faleceu em Gottingen a 3 de Outubro de 1947.



Para nos situarmos nesta época ( 1858 ) podemos lembrar:

o início das carreiras regulares, de barco, entre Angola e a Metrópole;


a abertura do Curso Superior de Letras em Lisboa;


as aparições em Lourdes;


os livros de Camilo Castelo Branco: Carlota Ângela, Vingança e O Que Fazem as Mulheres;


o artigo escrito por Charles Darwin e Alfred Wallace sobre a variação das espécies;


a Lei do Parlamento inglês que concedeu aos judeus igualdade de direitos;


o Tratado de Tientsin que pôs fim à guerra anglo-chinesa e a abertura de mais portos na China que, entretanto, legalizou o comércio de ópio.






sexta-feira, abril 21, 2006

Portuguese deportation from Canada


Click on the image or use this link to CBC to see the excelent sketch from Rick Mercer Report about the Portuguese deportation from Canada.

.. para quem não domina o inglês:

Actor – Olá o meu nome é Gary e quero deixar claro que não sou português. Sou só um tipo que trabalha na industria da construção e que só por acaso tem cabelo encaracolado, portanto, por favor não me metam num avião.

Voz off – O governo conservador está a deportar um grande número de portugueses. É o melhor que se pode fazer.

Actor – Eu conheço estes portugueses e são todos iguais. Nada tenho contra os portugueses. A maior parte deles está cá desde há 15, 20 anos, vieram para cá, são altamente competentes, arranjam trabalho na construção, trabalham 6 dias por semana, vão à igreja ao domingo, pagam os seus impostos, mandam os filhos para a escola, mas francamente, são eles a raiz de muitos dos problemas que temos no Canadá. Eles, a comissão de ética laboral e os jogos de futebol às quintas-feiras à noite.

Voz off – Os trabalhadores portugueses, têm competências, empregos e famílias. Chegou a altura de se irem embora.

Actor – Uma força laboral competente é a última coisa que este país precisa. Para um tipo como eu que tem pouquíssimas competências e que gosta de fazer grandes intervalos, eles tornam-me a vida muito difícil.

Voz off – Portugal fica apenas a 6200 km …………… do Irão.

Actor – E como, por acaso, fisicamente pareço por…tu…guês, os que me contratam para construir qualquer coisa julgam que eu sei o que estou a fazer, que sei como usar …. isto, ou o que quer que isto seja! E isso está errado.

Voz off – Partido Conservador do Canada “ faça do Canada um país menos competente. Um português de cada vez!”

Tradução retirada daqui.

quinta-feira, abril 20, 2006

Falecido

domingo, abril 16, 2006

Eugénio Rosa e o Serviço Nacional de Saúde

Caro (a) amigo (a)

Uma das conquistas mais importantes da Revolução de Abril é o direito de todos os portugueses à saúde tendencialmente gratuita, como está estabelecido na Constituição da República.

Neste momento este direito de cidadania está a sofrer um forte ataque por parte do governo de Sócrates, das forças de direita e dos grandes grupos económicos.

Neste estudo que envio analiso algumas das formas que estão a revestir os ataques ao Serviço Nacional de Saúde (SNS), e procuro mostrar que as "soluções " que o governo implementou ou está a procurar implementar só agravarão os problemas que enfrenta actualmente o SNS.

Espero que este estudo lhe possa ser útil.

Com consideração,

Eugénio Rosa

Economista

quarta-feira, abril 05, 2006

Prelúdio Violeta - grupo musical



















Músicos:

Viola de Arco - Jorge Ferrão
Viola de Arco - Mariana Seara
Guitarra Clássica - Ana Luísa
Guitarra Folk - Quintas
Violoncelo - António Silva

Músicas:

1 - Cancan - Offenbach
2 - Adaggio - Albinoni
3 - Cumparsita - Matos Rodríguez
4 - Silent sunlight - Cat Stevens
5 - Fandango - Tradicional português
6 - Rapsódia de folclore brasileiro
7 - Olhos pretos - Balada açoriana
8 - Lua Cheia - Jorge Ferrão

Gravação: Dezembro de 2005

Download: Preludio Violeta 2005.zip (e2dk)

Dividir sem usar a tabuada...



Para aqueles que nunca chegaram a decorar a tabuada, as notícias são boas: ainda bem e escusam de ficar complexados por isso! Para os que foram obrigados a decorá-la, as notícias são ainda melhores: esqueçam-na duma vez se conseguirem, e utilizem essa capacidade para coisas mais interessantes.

Depois de termos mostrado anteriormente que basta saber a tabuada do 2 para fazer qualquer multiplicação, surge agora um algoritmo semelhante, para fazer as divisões inteiras, com quociente e resto.

Para isso preenchemos um quadro de 4 colunas, que numeramos com A, B, C e D.

Começamos por preencher na primeira linha, respectivamente o número 1, o divisor e o dividendo, deixando a última coluna (D) reservada para o quociente, o qual será o último a ser obtido. No nosso exemplo, pretende-se dividir 980 (o dividendo) pelo número 36 (o divisor).

Em seguida preenchemos o resto das duas colunas A e B, multiplicando sempre por 2 o número que lhe fica em cima, até chegarmos a uma linha em que vemos que o próximo número que ficará na coluna B, já será superior ao dividendo (que está na coluna C).

O último número que obtemos na coluna A, colocamos na coluna D, ao lado do dividendo (neste caso é o 16).

Agora subtrai-se o 576 da coluna B do dividendo na coluna C, obtendo-se o 404 que se colocou abaixo do dividendo.

Depois procura-se o último número da coluna B, que é menor do que o 404 (ou igual); neste caso é o 288, colocando-se o 8 (que está ao lado do 288) na coluna D abaixo do 16, e na coluna C a diferença entre o 288 e o 404, que dá 116.

Repete-se o processo encontrando-se o 72 da coluna B, que dá origem ao 2 da coluna A para a coluna D, e ao 44 na coluna C que é a diferença entre 72 e 116.

Finalmente encontra-se o 36 da coluna B, que dá origem ao 1 na coluna D e ao 8 na coluna C.

Como o 8 já é menor do que o primeiro número da coluna B, o processo termina aqui com o 8 a servir de resto da divisão inteira.

O quociente obtem-se na coluna D, somando toda a coluna, que neste caso dá 27.

Pode parecer à primeira vista, que o procedimento é um pouco complicado, mas pode-se adiantar de imediato várias vantagens sobre o método tradicional, para além de dispensar o uso da tabuada:

Trata-se de um método sistemático, que fica completamente determinado desde o início até ao fim;

Não contém a componente de tentativa e erro, que obriga frequentemente a deitar fora trabalho já feito;

Aproveita os resultados parciais para as fases posteriores do desenvolvimento;

Permite conferir o método passo a passo, na procura de eventuais enganos, sem obrigar a repetir tudo de novo.

Relativamente à justificação do método, os mais entendidos não terão dificuldade em reconhecer a importação da ideia da utilização do sistema de numeração binário, o mesmo que se utiliza nos computadores.

terça-feira, abril 04, 2006

Lisboa / neve ; Europa / cheias

A neve, num dia lindo de Sol, transmite-nos sempre uma sensação de bem-estar.



- Quando ela aparece onde deve estar - dir-me-ão.

Sim, é verdade, porque não estamos habituados a vê-la onde não costuma aparecer. E os locais onde ela irá cair, no futuro, poderão ser outros para além dos chamados "normais". Estas alterações não serão «... uma coisa instantânea mas da ordem de uma década... não estamos a falar de uma nova era glaciar mas de invernos mais extremos e rigorosos ... a interrupção da circulação oceânica no Atlântico poderá fazer baixar 4 ºC as temperaturas médias da Europa... » conforme afirmou Meric Srokosk do Instituto Britânico para a Investigação sobre o Ambiente.

Parece contraditória esta afirmação quando se fala no aumento da temperatura média global no nosso planeta como resultado dos milhões de toneladas de dióxido de carbono que são lançadas para a atmosfera diariamente nesta nossa grande aldeia. As moléculas de dióxido de carbono absorvem grande parte da radiação quente, os infra-vermelhos, que é reflectida e irradiada pela Terra não a deixando escapar para o espaço daí resultando um aumento da temperatura da atmosfera terrestre ( efeito de estufa ).

Mas é exactamente por isso que se prevê aquela alteração pois o aquecimento faz com que estejam a descongelar grandes glaciares ( água doce ) e parte das calotes polares ( água doce ), a aumentar a precipitação com o consequente engrossar dos caudais dos rios que vão desaguar ao mar alterando o nível de salinidade dos oceanos ( baixando ) e o fenómeno da circulação oceânica é disso muito dependente.

As temperaturas moderadas do noroeste europeu resultam das águas tépidas que banham as suas costas marítimas mas a corrente tépida que por lá passa perdeu 30% do seu caudal nos últimos 50 anos.

Este é um resultado de um estudo do Centro Nacional de Oceanografia da Universidade de Southampton, no Reino Unido, realizado por Harry Bryden.
Nele se concluiu que o sistema de correntes que percorre o Atlântico e garante as temperaturas moderadas acima referidas poderá estar a alterar-se. Aquele sistema é formado por uma parte "ascendente" quente, a Corrente do Golfo, prolongada pela deriva norte-atlântica e dois ramos "descendentes" que levam, para leste e para oeste, as suas águas arrefecidas até ao equador, onde aquecem novamente.
Embora a parte "ascendente" pareça continuar estável os investigadores notaram alterações importantes nos dois ramos "descendentes" do sistema. Para que a situação de bom funcionamento do conjunto se mantivesse seria necessário que não se verificassem aquelas alterações pois o calor que a corrente, na sua totalidade, transporta dá uma contribuição substancial ao clima moderado da Europa marítima e continental pelo que qualquer diminuição da circulação oceânica terá implicações profundas nas alterações climáticas na zona citada.

Os estudos efectuados utilizaram como suporte nas observações uma série de sensores posicionados ao nível do paralelo 25 que corta a Corrente do Golfo e as suas correntes descendentes.

Pode ler-se o artigo correspondente na revista Nature de Nov. de 2005.

A compreensão dos fenómenos que nos afectam directamente é importante. Sentimo-nos mais seguros quando percebemos que afinal não foi assim tão estranho termos visto neve a cair em Lisboa.


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